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16 de outubro de 2017

Homem morto ao tentar assaltar cliente em agência de Iranduba é ex-PM, diz polícia




Foto: Divulgação

O homem que morreu a tiros na manhã desta segunda-feira (15) ao tentar assaltar um cliente em uma agência bancária do Banco do Brasil em Iranduba, a 27 quilômetros de Manaus, é um ex-soldado da Polícia Militar identificado como Francisco Ricardo da Silva Pereira. No momento do crime, o cliente reagiu e foi alvejado pelo ex-PM e, logo depois, dois vigilantes da agência atiraram e mataram o ex-policial.
A informação foi confirmada pelo delegado Guilherme Torres, titular da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), que investiga o caso. “É um ex-PM que no dia 9 de junho foi desertado da corporação. Ele não faz mais parte da Polícia Militar”, disse o delegado. Segundo Torres, o envolvimento do ex-policial no crime está sendo investigado. “Estamos tentando entender a dinâmica do crime, a participação dele”, completou.
O ex-policial militar foi alvejado mais de uma vez, conforme as imagens das câmeras de segurança da agência bancária. Entretanto, a Polícia Civil não confirmou a quantidade dos tiros e nem os locais do corpo onde o ex-PM foi atingido. O corpo dele foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) e deverá passar por perícia no Instituto de Criminalística.
Conforme o termo de deserção do ex-soldado da PM, Francisco Ricardo foi desertado por ter se ausentado da corporação pelo tempo máximo permitido de acordo com o Código Penal Militar. O ex-policial estava lotado na Companhia do Comando Geral da Polícia Militar.
Cliente e vigilante alvejados

Além do cliente do banco, um dos vigilantes da agência bancária também foi alvejado durante a troca de tiros com o ex-PM. “Os dois vigilantes do banco reagiram ao assalto dentro da agência e atiraram e mataram o assaltante. Um vigilante foi alvejado na perna e a vítima do roubo também foi alvejada na perna”, disse o investigador da Polícia Civil André Marques, do 31º Distrito Integrado de Polícia (DIP) de Iranduba.
Tanto o cliente do banco quanto o vigilante foram socorridos no local levados a uma unidade de saúde do município de Iranduba, porém as identidades e o estado de saúde deles não foram confirmados pelas autoridades.

10 de outubro de 2017

Merendeira é morta à pauladas em Cacau Pirêra, vítima de latrocínio


‘Minha mãe não merecia essa crueldade’ disse filha da idosa  – Divulgação
A merendeira de uma escola municipal do Distrito Cacau Pirêra, pertencente a cidade de Iranduba, a 27 quilômetros de Manaus, identificada como Lázara da Trindade Costa, de 67 anos, foi encontrada morta na última segunda-feira (9), na Rodovia Manoel Urbano, km 2,  por volta de 5h40 da madrugada. A família suspeita de latrocínio.
O dinheiro que ela portava, para pagar a faculdade, além do celular, foram roubados. Segundo o cabo Rodrigues, que participou da operação, a idosa foi encontrada de bruços. Segundo ele, pode ter sido morta à pauladas.
Em entrevista ao portal EM TEMPO, a filha da vítima, Liliana da Trindade Costa contou que Lázara trabalhava como merendeira. Ela acredita que a mãe deve ter sido assassinada, após a saída, na noite anterior.
“Minha mãe foi morta por covardia. O Cacau Pirêra não tem segurança, está entregue nas mãos da bandidagem. O Estado inteiro está assim. Deveria haver viaturas nas portas das escolas. Quero ver agora quem vai restituir a vida da minha mãe”, disse à reportagem.
De acordo com Cristiana Pereira, amiga da vítima, há dez anos o irmão de Lázara, que tinha problemas mentais, também foi morto à pauladas, no bairro Presidente Vargas, centro de Manaus.
Redes Sociais
“ Hoje a Família Trindade recebeu uma triste notícia da morte da irmã da minha mãe, tia Lazara Trindade descanse em Paz”, escreveu uma sobrinha da vítima, em uma rede social.
Outra postagem também lamentou a morte da merendeira: “O inimigo covardemente pegou um dos meus…Minha mãe não merecia essa crueldade”.
O corpo da merendeira  foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde será realizado exame de necropsia para saber se houve agressão física.
Fonte: EM TEMPO

25 de agosto de 2017

Vereadores preparam pedido de afastamento do prefeito de Iranduba, Chico Doido



O Município de Iranduba, separado de Manaus apenas pela ponte Rio Negro, pode sofrer outra mudança de comando, logo após a eleição suplementar para governador. Um grupo de vereadores, insatisfeito com a atuação do prefeito Francisco Gomes da Costa, conhecido e votado como “Chico Doido”, ameaça pedir o afastamento dele. Só não o fazem agora para não atrapalhar o andamento do pleito.

A contratação emergencial de uma empresa para o transporte escolar viário, depois que a ganhadora da licitação realizada na atual gestão fracassou na execução do serviço, é o principal motivo do anunciado pedido de impeachment. “O valor anual gasto com o transporte escolar é de R$ 7 milhões e ele contratou uma empresa, emergencialmente, por três meses para pagar R$ 3 milhões”, disse um vereador, que “ainda” não quer se identificar. Trata-se de verba federal.

O sinal mais claro de que a ameaça ao mandato de Chico Doido é real ocorreu quando os vereadores aprovaram, por unanimidade dos 13 ocupantes da Câmara Municipal, um adendo à Lei Orgânica do Município permitindo que qualquer cidadão possa pedir o afastamento do prefeito. Até então só os vereadores tinham essa prerrogativa.

Há outras queixas vindas da Câmara Municipal. O reajuste da passagem de ônibus Manaus-Iranduba e vice-versa, de R$ 4 para R$ 4,75, ocorrido em abril deste ano, foi vetado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o prefeito teve que voltar atrás. Ainda assim, mesmo tendo recebido a ordem dos conselheiros numa quinta-feira, Chico Doido só desfez o aumento no sábado seguinte.

A relação dele com o TCE, a partir daí, só azedou. Dois auditores, enviados para averiguação preliminar na Prefeitura de Iranduba, teriam sido escorraçados por seguranças do prefeito e retornaram a Manaus sem realizar a fiscalização.
Rico e simples

Chico Doido, ex-funcionário do empresário Modesto Nóvoa, em cuja empresa ganhou a alcunha, ao oferecer o dobro de produtividade que os demais, é hoje um homem rico. Dono de olarias em Iranduba e outros Municípios, ele tem até avião por conta da necessidade de muitos deslocamentos.

Fonte: Portal Marcos Santos

Empresa Água Mineral Puríssima não pode utilizar garrafões de concorrentes

A empresa responsável pela comercialização da água mineral Puríssima terá 180 dias para passar a envasar água somente em vasilhames da própria empresa.
A determinação é da Justiça Federal, em ação movida pelo Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) contra a empresa para garantir os direitos dos consumidores.
O sistema de embalagem retornável de uso exclusivo é um dos itens que constam em termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado entre o MPF/AM e o Sindicato da Indústria de Bebidas em Geral do Amazonas, no ano passado.
Pelo acordo, as empresas que comercializam água mineral em garrafões de 10 e 20 litros não podem envasar vasilhames que contenham logomarca de outra empresa moldada na resina.
Antes do acordo, os garrafões de água mineral eram utilizados sem restrições pelas empresas, independente de quem era o fabricante do vasilhame.
O MPF destaca que, quando a identificação da água se restringe ao rótulo do garrafão, facilmente removível, há prejuízo ao consumidor, que não tem garantia sobre os responsáveis pelo produto e se vê impedido de buscar seus direitos junto à empresa, em caso de problema eventualmente causado pelo consumo do produto.
Após constatar que a empresa Puríssima da Amazônia, que comercializa a água mineral Puríssima, continuava utilizando vasilhames de outras empresas, o MPF ajuizou a ação. Quando o termo de ajustamento de conduta foi firmado, a empresa não estava vinculada ao sindicato e não assinou o acordo.

Decisão local
A Justiça Federal no Amazonas, em decisão liminar na ação, declarou que a empresa não pode utilizar garrafões de outros fabricantes porque o consumidor tem direito à informação verdadeira, não sendo adequado que ele compre água envasada por uma empresa, mas com o nome de outra.
Outro ponto sustentado pelo MPF e confirmado pela decisão judicial é a responsabilidade pelo descarte do garrafão, quando encerrado o seu ciclo de vida útil.
Se uma empresa utiliza o vasilhame de outra, não há como saber qual será responsável pela destinação adequada da embalagem, medida que tem impacto no meio ambiente.
Na decisão liminar, foi fixada pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento.
A Justiça ainda autorizou o MPF a realizar vistoria semanal à empresa e, caso seja constatado descumprimento da decisão, a produção de água pela empresa poderá ser suspensa e lacrada pela Justiça.
A empresa Puríssima da Amazônia recorreu da decisão liminar e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), ao analisar o recurso, confirmou que a empresa tem que se adequar ao sistema de embalagem retornável de uso exclusivo e concedeu 180 dias para a adequação, considerando a necessidade de produção de novos vasilhames.
O caso segue tramitando na 1ª Vara Federal no Amazonas, sob o nº 1001383-38.2017.4.01.3200.

Regras acordadas
O termo de ajustamento de conduta foi firmado entre o MPF/AM e o Sindicato da Indústria de Bebidas em Geral do Amazonas em agosto de 2016 e instituiu prazo de 120 dias para início da vigência das normas estabelecidas. O prazo se encerrou em dezembro do mesmo ano.
Além do uso exclusivo dos garrafões da própria empresa, o termo prevê que, caso a água a ser industrializada ou envasada não seja mineral, a embalagem não poderá ser azul e deverá conter identificação clara de que não é água mineral, com aviso em fonte que corresponda a, pelo menos, 50% da fonte utilizada para a marca do produto.
Fonte: MPF

Fotomontagem: Reprodução/internet
 
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